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[:pt]Análise ao FC Copenhaga – Adversário do FC Porto[:]

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A equipa orientada por Stale Solbakken, técnico norueguês que está na 2ª passagem pelo clube, joga habitualmente num 1-4-4-2 clássico, embora em declarações dadas à saída de Dinamarca, tenha referido que a equipa se poderá apresentar com 3 médios, entrando o eslovaco Jan Gregus para o miolo, médio com boa capacidade técnica e que poderá permitir que a equipa retenha mais a bola, saindo um dos pontas-de-lança da equipa. Este sistema de 1-4-3-3 ou 1-4-5-1 será algo inovador, visto que nem no Campeonato, nem nas três eliminatórias realizadas para a Champions, este sistema foi utilizado.
 

11 utilizados recentemente

Este foi o 11 base utilizado nos últimos dois jogos, sendo que no último, Cornelius substituiu Santander. Falk Jansen e  Amankwaa também foram utilizados.
 

 

Organização ofensiva

Fase de construção:

A saída de bola é realizada pelos centrais, podendo, ocasionalmente, os dois médios centro baixar – um ou os dois, dependendo da pressão – para o meio dos centrais ou para as alas. Caso não seja necessário, estão ambos a par no corredor central a dar apoio frontal. Os laterais projectam-se até à linha de meio campo, estando à largura máxima. Os médios-ala estão normalmente à largura e ligeiramente mais projectados, quase na mesma linha dos laterais. Podem aparecer mais por dentro, embora não pareça ser algo que esteja definido, visto que apenas Verbic e Falk o fazem, com Toutouh a não pisar zonas mais interiores nesta fase. Os PL’s não se mostram nesta fase, ficando à profundidade máxima possível e simulando movimentos de ataque ao espaço entre a linha defensiva e o guarda-redes adversário.

Normalmente é orientada para um dos corredores, com os laterais a darem saída à mesma através destes.

Esta fase poderá ser saltada e deverá sê-lo várias vezes no jogo de hoje, visto que não é particularmente trabalhada e, apesar de contar com vários jogadores perto dos centrais, os posicionamentos não dão total segurança, estando por isso algo expostos a perdas de bola.

Quando assim a pressão a isso obriga, o guarda-redes estica na frente para um dos PL, normalmente no flanco esquerdo do ataque, para que um penteie e outro parta em movimentos verticais nas costas da defesa. Pode dar-se o caso do PL não conseguir pentear e ter que dar para um apoio frontal. O que sucede é que este lance não é particularmente trabalhado e, quando assim é, a zona da 2ª bola está desprotegida e poucas vezes são aquelas em que conseguem ganhar o lance, mesmo que ganhem a 1ª bola, aspecto em que Cornelius, principalmente, é bastante forte.

O guarda-redes não tem um grande papel nesta fase quando o objectivo é a construção mais curta, recebendo apenas ordens para esticar na frente.

 

 

 

 

(quando saltam a 1ª fase)

 
Fase de criação:

Aqui, procuram quase exclusivamente os corredores laterais, com os laterais a projectarem-se e tentando levar a bola para a frente em iniciativas individuais, ou utilizando combinações com os médios-ala para ultrapassar os adversários. A solução primordial é o cruzamento, seja a partir da linha lateral no enfiamento da área ou perto da linha de fundo. Augustinsson, lateral esquerdo, procura cruzamentos mais afastados da área com a bola a passar em curva entre a marca de penalti e a linha de pequena área, enquanto Ankersen, mostra maior variedade no local que escolhe para efectuar os cruzamentos. Augustinsson também pode procurar solicitar movimento de ruptura do médio-ala pela meia esquerda.

Os médios-ala, que podem jogar de pés trocados (quando joga Toutouh à esquerda e Falk Jensen ou Verbic na direita) e quase não permutam de posição durante o jogo, também procuram iniciativas individuais, sendo que aquele que retira mais êxito das mesmas é Verbic, o médio-ala mais evoluído em termos de condução e drible da equipa, que dá à equipa maior imprevisibilidade, visto mostrar capacidade não só para procurar a linha, assim como para procurar terrenos mais interiores, principalmente em movimentos sem bola.

Os PL’s não se mostram nestas situações, estando quase sempre em encostados à linha defensiva, podendo, circunstancialmente, cair nas faixas laterais, quando solicitados por um jogo mais directo que coloca a bola nas costas da linha defensiva. Caso contrário, permanecem algo estáticos, não participando neste momento, preparando-se apenas para colocarem-se da melhor forma possível para atacar um cruzamento ou um passe longo. Caso as bolas lhes cheguem, Cornelius e Pavlovic demonstram alguma qualidade técnica e têm remate fácil. O primeiro até mostra que é algo desaproveitado, visto mostrar algumas qualidades em criar jogo para si próprio.

A circulação de bola que ocorre nesta fase não abrange o corredor central, sendo realizada maioritariamente em U com Delaney a executar e Kvist, um pouco mais recuado, a dar indicações sobre para onde deve circular a bola. Quando se dá o acaso de existir um jogador em condições para receber no corredor central, esse elemento é frequentemente ignorado e opta-se por passar a um elemento que esteja em zonas mais exteriores.

Para além dos PL’s que embora não participem, estão em meio campo contrário, também os médios-ala e o lateral do lado da bola, assim como um dos médios centro, estão presentes. O lateral do lado oposto também pode entrar na manobra, aquando de uma tentativa de ataque mais pausado, menos directo e vertical, através da viragem de flanco. Os centrais e um dos médios, quase sempre Kvist, ficam atrás, para tentar equilibrar a equipa.

 

 

 

 

 
Fase de finalização:

Finalizam maioritariamente na grande área como resposta aos cruzamentos, onde, habitualmente, estão os dois PL’s, no mínimo. Além desses, podem estar os dois médios-ala e um dos médios centro. Remates de cabeça são arma primordial, na resposta a cruzamentos, embora, também rematem com o pé, a cruzamentos atrasados. Mostram capacidade para rematar de fora da área, com Toutouh, Delaney e Pavlovic a terem realizado tentativas de alvejar a baliza fora da zona de rigor.

 

 

 

Transição ofensiva

A equipa mostra ter como principal objectivo acelerar e ser directa em direcção à baliza. Para isso, estica o jogo para os PL’s, até mesmo quando tem espaço para progredir e criar uma situação mais favorável em termos numéricos e espaciais. Por essa razão, os corredores não são todos ocupados, tal a vontade de atacar de forma directa, impedindo que os jogadores consigam subir de forma a constituírem solução para o portador da bola ou para atraírem adversários.

A pressão alta que a equipa costuma efectuar promove algumas situações deste género. No mínimo são 3 jogadores, aqueles que participam nestas acções, após recuperações altas. Delaney e os PL’s. Os médios-ala também podem participar, caso estejam próximos o suficiente para poderem atacar o espaço.

 

 

 

Organização defensiva

O bloco é normalmente médio/ médio-alto e estruturam-se num 1-4-4-2, embora no jogo de hoje exista a possibilidade de baixarem o bloco e mesmo que joguem em 1-4-5-1, poderão estruturar-se desta forma a nível defensivo ou optar por um 1-4-1-4-1.

Defendem alto, condicionando a saída de bola adversária, tentando orientar a pressão para os flancos de modo a criar uma zona de pressão que lhes permita recuperar a bola. Os PL’s são os primeiros defesas nesta fase, embora não tenham uma relação totalmente coordenada, visto não raras vezes, um dos PL’s não tapa qualquer linha de passe, colocando em risco a estratégia da equipa. Em adição, também o médio-ala desse lado, assim como o médio centro, quando não são os dois, tentam auxiliar a movimento e fechar esse espaço. Aqui ocorre um dos principais problemas da equipa: o espaço entre a linha média e a linha defensiva, que permite ataques rápidos ao adversário, algo que é maximizado pela ausência de coberturas próximas.

Quando o adversário tem posse de bola, mostram tendência para proteger o corredor central, dando os corredores laterais ao adversário. Nesta fase, o espaço entre linhas é mais reduzido, mas, ainda assim, pode ser explorado devido ao facto da equipa demorar a ajustar a linha média ao contexto do jogo e à ausência de coberturas defensivas próximas na diagonal, visto que quando estas existem são paralelas, o que os retira do lance ou obriga a um esforço maior para recuperar. Contudo, os médios centro trabalham bastante para evitar que isto aconteça e isso é visível na forma como tentam fechar os espaços aquando das basculações. Já nas oscilações revelam mais dificuldade. Nas basculações, os médios-ala, particularmente Toutouh, mostram alguma incapacidade para reagir rápido, abrindo espaços na meia esquerda ou na meia direita que podem ser aproveitados.

A linha defensiva também deixa algo a desejar, visto que quer os laterais quer o central do lado direito têm muita tendência para procurar o adversário, abrindo alguns espaços intrassectoriais, que não são compensados por nenhuns dos médios, nem os restantes elementos revelam grande capacidade para ajustar o posicionamento para diminuir os espaços. Esta é ainda algo descoordenada no movimento de controlo à profundidade, visto estar frequentemente desalinhada e pouco harmónica, já que os elementos que a compõem reagem aos estímulos de forma diferente e o modo como colocam os apoios levam ao aumento do tempo de reacção aquando de uma bola jogada para as costas da mesma. Apesar disso, não são muito batidos neste lances devido ao atleticismo de Zanka, que consegue dobrar os colegas.

Controlam bem as situações de cruzamento, garantindo superioridade na área, mas desguarnecem a entrada da área, não a ocupando, algo que pode ser explorado.

 

 

 

 

 

 

Transição defensiva

Devido ao facto de não apresentarem uma rede de coberturas ofensivas forte, perdem várias vezes a bola e, se é certo que conseguem manter uma certa organização atrás, não é mais verdade que sofrem muitas transições rápidas em situações de igualdade numérica.

Quando perdem a bola, os dois médios centro avançam para encurtar o espaço para que o adversário tenha maiores dificuldades em progredir. No entanto, essa pressão, não tem particular efeito, já que não é particularmente eficaz, existindo espaço para colocar passes no já referido espaço entre linhas.

Os jogadores referência neste momento são os dois médios centro, aqueles que revelam maior capacidade para impedir a progressão do adversário e dar tempo para a equipa recuperar.

Em zonas altas, os PL’s caem em cima do adversário na tentativa de recuperar a bola, para, juntamente com os médios e um dos médios-ala, criarem situações de superioridade numérica que proporcionem o aumento da probabilidade da recuperação da posse.

O espaço central é aquele que normalmente se encontra mais desguarnecido, caso o encurtamento do espaço não resulte em recuperação de bola.

Quando têm essa possibilidade, não demonstram qualquer problema em realizar faltas e escolhem zonas próximas do meio campo para as fazer.

Os laterais, quando projectados, denotam alguma dificuldade para recuperar de forma imediata e os centrais quase que adoptam defesa individual para interceptar as linhas de passe que o jogador adversário com bola possa ter.

 

 

 

Bolas paradas

Bolas paradas defensivas:

Nos cantos marcam de forma mista: 3 jogadores livres, fazendo uma estrutura em forma de L, com dois jogadores perpendiculares ao 1º poste e um outro perpendicular ao homem mais longe do 1º poste, dentro da pequena área. Os restantes jogadores marcam individualmente, ficando um jogador na linha de meio campo. Quando os jogadores adversários são em número mais elevado, os elementos que estão na zona, pegam num jogador contrário, deixando o posicionamento zonal.

Apesar de serem fortes no jogo aéreo, não são particularmente fortes neste momento, visto perderem a frente com alguma frequência, algo que poderá ser explorado.

Nos livres laterais partem de uma linha zonal constituída pelos centrais e pelos PL’s, mas com algumas referências individuais e pouca atenção aos espaços livres deixados entre si. Os restantes elementos marcam individualmente, sendo que têm o mesmo problema referido nos cantos de perder a frente. Deixam um jogador no ataque.

 

 

 
Bolas paradas ofensivas:

Nos cantos ofensivos, que podem ser cobrados pelos laterais ou por Verbic, colocam entre 5 a 6 jogadores na área. Têm um movimento padrão, que deverá ser o utilizado já que é mais apropriado para contrariar defesas maioritariamente individuais com a do Porto. Partem da entrada da grande área, com algumas movimentações entre eles para baralhar marcações, 4 a 5 elementos, com dois a atacar a zona próxima do 1º poste, um outro a atacar a zona entre a marca de penalti e a pequena área, e os restantes a deslocarem-se para zonas próximas do 2º poste. Um elemento está destacado para tentar condicionar a acção do guarda-redes e pode fazer movimentos horizontais de recuo, em alguns casos.

Podem, ocasionalmente, bater um canto curto, mas, sendo esse movimento mais usado para desmantelar defesas zonais, não deverá ser muito utilizado no dia de hoje.

Ao contrário dos cantos defensivos, aqui os jogadores demonstram capacidade de ataque à bola, agressividade para alvejar a baliza. Os centrais, Delaney e os PL’s são jogadores com boa capacidade neste tipo de lance.

Ficam 3 jogadores mais recuados: os laterais e Kvist, sendo que um dos laterais está mais à frente para tentar encurtar espaços para uma eventual perda ou para ganhar uma 2ª bola. Mas parte de uma posição algo distante da área, pelo que, caso exista uma recuperação nessa zona, há boas possibilidades de se sair em transição com relativo perigo.

Nos livres laterais, que podem ser batidos por ambos os laterais, colocam também entre 5 a 6 jogadores e se nos cantos havia alguma mobilidade entre os elementos para tentar baralhar marcações, aqui, normalmente, não se verifica. Os jogadores procuram atacar certos espaços e são agressivos quando o fazem. Os elementos mais perigosos são os mesmos destacados há pouco.

Um dos jogadores fica mais perto da entrada da área e 2 ou 3, ficam mais recuados.

 

 

 

Análise individual

Robin Olsen – Guarda-redes com uma estampa física apreciável e que tem como especialidade os remates de longe. Não aparenta ter grandes problemas nas bolas aéreas, embora não tenha sido muito testado nos jogos observados. Apresenta algumas lacunas técnicas na forma como coloca as mãos para tentar afastar a bola. Prefere desviar a bola, não procurando agarrá-la. Não aparenta ser muito ágil e rápido. Tem tendência para soltar rápido a bola quando a repõe em jogo.

Peter Ankersen – Lateral direito de vocação ofensiva. Dá muita profundidade e largura ao seu corredor, tendo capacidade para criar sozinho através do transporte de bola ou para combinar com um companheiro para atingir a zonas próximas da área, onde procura frequentemente servir os colegas com cruzamentos habitualmente bem medidos. Bom executante de bolas paradas. Defensivamente, mostra alguma dificuldade em não se agarrar à referência individual do adversário, abrindo algum espaço para o seu central.

Mathias Zanka Jorgensen – Central do lado direito dotado de uma capacidade física muito acima da média. Muito veloz e ágil para a compleição física que apresenta, forte nas dobras aos companheiros, é o protótipo de central que confia apenas no seu físico para impedir os ataques adversários. Mostra deficiências a nível de posicionamento, estando quase sempre agarrado a um adversário, não controla bem o espaço atrás de si porque raramente tem os apoios bem colocados, algo que o leva a gastar mais tempo para alcançar os adversários. Revela ainda tendência para ser quezilento, algo que se nota mais pelo facto de entrar muito à queima e realizar diversas faltas, arranjando burburinhos com o árbitro.

Erik Johansson – Central do lado esquerdo é, provavelmente, o melhor defesa da linha defensiva. Normalmente bem posicionado, é ele o patrão da defesa. Não tão fisicamente dotado comparativamente com o seu colega do eixo defensivo, ganha-lhe na sobriedade e na capacidade de ler o jogo, o que lhe permite garantir um posicionamento mais consentâneo com aquilo que o contexto do jogo pede. Ainda assim, revela alguma tendência para cair no corredor quando a bola se desloca para esse lado e para pegar num adversário em situações de transição defensiva.

Ludwig Augustinsson – Lateral esquerdo cujo principal atributo é o apoio que consegue dar ao momento ofensivo da equipa. Aí, ao contrário do seu colega da faixa oposta, procura cruzamentos de locais ligeiramente mais recuados, mas também tem capacidade para levantar a cabeça e procurar jogadores em situações mais favoráveis para receber. Relativamente rápido e forte no choque, denota algumas dificuldades em fechar por dentro em situações onde a bola está no seu corredor, já que procura, invariavelmente, controlar o homem e não o espaço onde a bola poderá entrar.

William Kvist – Médio mais defensivo da equipa. Joga de perfil com o Thomas Delaney, mas não se aventura tanto no ataque. Jogador mais de passe, mas que não arrisca no mesmo. É o jogador que mais procura equilibrar a equipa, embora não faça sempre de modo assertivo. Importante na reacção à perda ao tentar encurtar o espaço para o adversário, revela alguns problemas para recuperar a posição após o momento inicial da transição defensiva. Denota alguma inteligência na cobertura dos espaços na sua linha média. Tenta organizar a movimentação da bola em organização ofensiva, procurando dar indicações aos colegas, orientando-os de acordo com as ideias do treinador.

Thomas Delaney – O jogador chave da equipa, que actua como médio centro. Importantíssimo em todos os momentos de jogo da equipa. É o elemento que mais pressiona quando a equipa quer recuperar a bola em zonas altas do terreno, é ele que assume a condução da maioria das transições ofensivas, é ele o elemento que melhor transita defensivamente, é ele que recupera mais bolas, é ele o médio com chegada à área, é ele uma das ameaças no jogo aéreo, é ele o capitão e é, por todas estas razões, que vai jogar na Alemanha a partir de Janeiro.

Benjamin Verbic – Médio-ala que actua normalmente à direita. Jogador de boa relação com bola com ambos os pés, é o elemento mais dotado para a procura de desequilíbrios individuais, embora não seja um prodígio nesses termos. Revela capacidade para variar o frequente jogo exterior da equipa, oferecendo linhas de passe em zonas mais interiores, não sendo de estranhar que possa aparecer também no flanco oposto para tentar criar superioridade.

Youssef Toutouh – Médio-ala que actua a partir da esquerda. Jogador vertical que procura muito a baliza. Não é particularmente dotado em termos técnicos, embora tente ultrapassar vários jogadores de uma vez só. Forte na aproximação à área, remata bem com o seu pé direito. Forte fisicamente, revela alguma dificuldade na transição defensiva e em bascular, embora pareça que seja mais um problema de concentração do que incapacidade física para actuar correctamente nesses momentos.

Rasmus Falk Jensen – Médio-ala cujas características se apresentam mais próximas daquilo que o jogo deverá pedir. Maior capacidade de pressão sobre o portador da bola, maior agressividade no deslocamento e eficiência na transição defensiva. Com bola não é um jogador particularmente dotado, mas na raça consegue levar a bola para frente. Sem bola também consegue oferecer linhas de passe interiores, contribuindo para que a organização ofensiva da equipa seja mais ligada. Pode actuar nos dois flancos.

Danny Amankwaa – Extremo dinamarquês cuja principal valência é a velocidade e a capacidade de aceleração nos espaços vazios. Elemento vertical, é mais utilizado a partir do banco e em momentos em que o jogo esteja mais partido ou quando o adversário está à procura do golo, deixando mais espaço nas costas dos laterais. Não revela grande criatividade, nem particular inteligência nas suas acções.

Federico Santander – Avançado com excelente envergadura, forte nos duelos áereos, mas com algumas dificuldades para se relacionar com os restantes elementos da equipa. Com lacunas técnicas ao nível da recepção, é o elemento que menos consegue oferecer à equipa em situação de criação e construção. Na área mostra ainda algumas dificuldades na técnica de remate. Aguerrido, procura auxiliar nos momentos de pressão alta da equipa, embora não pareça perceber bem que espaço ocupar quando não está a pressionar o portador.

Andrija Pavlovic – Contratação para esta época, este ponta-de-lança sérvio apresenta um perfil físico apreciado na Escandinávia: forte fisicamente, alto e bom jogo aéreo. Além disso, apesar de estar longe de ser um portento, mostra alguma capacidade para criar jogo para si mesmo, embora seja algo trapalhão, por vezes. Boa técnica de remate, movimenta-se bem na área. Capacidade para segurar a bola relativamente interessante.

Andreas Cornelius – Ponta-de-lança dinamarquês, talvez o ponta-de-lança mais forte em termos técnicos da equipa e aquele que mais pode dar ao jogo, visto revelar alguma capacidade para dar apoio frontal, embora raramente seja utilizado. Forte a segurar a bola, é muito forte nos duelos aéreos e ganha muitas primeiras bolas. Com mobilidade relativa, é o jogador do trio de pontas-de-lança utilizado que mais colabora com a equipa na etapa de criação, embora não tenha um papel preponderante. É algo perdulário na área com os pés – esquerdo preferencialmente -, mas forte no jogo aéreo.

 

11 esperado

As dúvidas residem nas escolha do sistema táctico, sendo que esta opção, apesar de pouco trabalhada, tem maior probabilidade de ser o escolhido. Depois, há dúvida entre o ponta-de-lança a ser escolhido, devendo essa ser a hierarquia para o jogo de hoje, caso a equipa jogue neste sistema de jogo.

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