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A geração do ganha ou… ganha

Nos dias que decorrem, é consensual a importância da formação, teoricamente escrita e ideologicamente definida no futebol.

É necessário e indiscutível formar primeiro Homens e depois sim, Atletas.
É um facto que muitas das vezes, a formação de valores e a criação de padrões humanos é colocada de parte, para que o resultado final de um jogo seja meramente a vitória competitiva. Ou a vitória campal. Muitos dos intervenientes neste desporto esquecem-se que a natureza de todo ele encontra-se também nas vitórias individuais e interiores de cada atleta.

Poderá ser um simples aperto de mão ao levantar o adversário após um choque durante um jogo, uma vitória mais importante que um resultado tabelado no fim do mesmo.

Como? Porquê?

É simples: o atleta, o treinador e todo os seu coletivo irão progredir pelo facto daquela vitória humana, individual (reconhecida) ter contribuído para que o jovem atleta tivesse, por si só, uma maior vontade de vencer. É lógico que nenhum treinador irá trabalhar para uma derrota, até porque todos nós sabemos qual é o objetivo deste desporto (ou de um outro qualquer) mas até mesmo num empate ou numa derrota, consegue toda uma equipa vencer. Nem que seja por si só, uma vitória na formação.