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Nakajima: herdeiro de Brahimi

Está encontrado o sucessor de Brahimi no FC Porto: o japonês Shoya Nakajima, num negócio de cerca de 12 milhões de euros por 50% do passe. Nakajima assina um contrato válido por 5 temporadas.

Bom ou mau negócio? Uns dirão que será muito dinheiro despendido por apenas metade do passe, outros de que se trata de um jogador com um talento acima da média e com um valor altíssimo de mercado, o que impedia outro tipo de negócio, sobretudo com diversos clubes com grande capacidade financeira interessados no craque, tais como vários clubes da Premier League.

Contudo, os azuis e brancos após a saída de jogadores chave como Herrera, Militão, Brahimi ou Felipe, precisavam urgentemente de um reforço de qualidade inegável e que fosse capaz de chegar e logo dar garantias de entrar directamente no onze titular da equipa. Nakajima garante isso mesmo, pois é um jogador já adaptado ao futebol português dado à época e meia realizada no Portimonense, clube pelo qual brilhou contabilizando 47 jogos onde apontou 34 golos e 19 assistências, números impressionantes num clube que não faz parte do Top 5 da Liga Nos.

Internacional A pelo seu país, pelo qual ainda recentemente deu nas vistas na Copa América com exibições de “encher o olho”, valorizando ainda mais o seu passe, que já estava avaliado em 35 milhões de euros – valor da transferência dos algarvios para o Al Duhail.

Rápido, qualidade de passe, muito forte nas acções de 1×1, excelente visão e leitura táctica do jogo, grande capacidade de finalização, polivalência na frente de ataque, onde pode desempenhar com igual rendimento as posições de extremo esquerdo/direito/segundo avançado, tudo características que o nipónico apresenta e são essenciais para um jogador de clube grande.

Também numa visão de marketing , o FC Porto vai conseguir abrir as portas do mercado asiático e assim conseguir expandir ainda mais a sua marca.