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SL Benfica: Análise ao Basileia

O FC Basel, crónico 1.º classificado do Campeonato Suiço, tendo sido campeão nas últimas 8 épocas, é o próximo adversário do SL Benfica na presente edição da Champions League. Na época 2017/18, a equipa suíça após 9 jornadas, ocupa o 4.º lugar do campeonato com um registo de 4 vitórias, 2 empates e 3 derrotas, tendo marcado 14 golos e sofrido 11.

Na 1.ª jornada da Champions League foi derrotada por 3-0 frente ao Manchester United em Old Trafford.

Estrutura-se tanto em 1-3-4-3 como em 1-4-4-2, mas no jogo com o Man United e na última jornada no campeonato suíço optou pela estrutura com 3 defesas.

Jogando em 1-3-4-3 opta por na 1.ª fase de construção utilizar uma linha de 3 jogadores Akanji (n.º36) Suchy (n.º17) e Alvarez (n.º23), com um médio à frente destes, normalmente Zuffi (n.º7) mas Xhaka (n.º34) pode também desempenhar esse papel, revelando até maior qualidade de passe e progressão em condução.

Os alas Lang (n.º5) e Riveros (n.º25) projetam-se ofensivamente, garantindo profundidade à sua equipa tanto na construção ofensiva como nas fases seguintes, este posicionamento tem como consequência alguma permeabilidade nos corredores laterais à transição ofensiva do adversário, principalmente da parte de Riveros. Os interiores Steffen (n.º11) e Oberlin (n.º19) apoiam a construção ofensiva com movimentos verticais assimétricos, procurando ser opção entre linhas. Tanto Oberlin como Steffen são fortes na procura da profundidade (Oberlin) e na condução de bola em movimentos diagonais (Steffen). Wolfswinkel procura fixar os defesas adversários procurando dar profundidade à sua equipa.

Organização Ofensiva

Em momento ofensivo o FC Basel estrutura-se em 1-3-4-3, com os alas a darem largura e profundidade, permitindo a colocação de 4 a 5 jogadores em zonas de finalização.

No processo ofensivo a equipa do FC Basel tem as linhas média e ofensiva muito compactas, no entanto os três defesas têm permanentemente um posicionamento muito defensivo o que permite ao adversário espaço para a transição.

Na fase de construção não revela um padrão declarado, pois se no jogo da Champions League frente ao Man United optou por um futebol apoiado em organização ofensiva, já na última jornada do Campeonato Suíço preferiu muitas vezes o passe longo procurando a profundidade dada pelo Oberlin, Steffen e Wolfswinkel.

Quando opta pelo ataque posicional, recorre a passes curtos tanto em largura como verticais, variando facilmente o centro de jogo, preferindo progredir pelos corredores laterais, nos quais facilmente coloca 3 a 4 jogadores na zona da bola, garantindo uma progressão segura.

Tanto Steffen como Oberlin procuram receber entre linhas e criar depois desequilíbrios progredindo em condução de bola.

O GR Vaclik tem boa leitura de jogo e quando percebe que o adversário está a condicionar eficazmente a saída de bola pelos defesas centrais, opta pelo passe direto para os laterais já projetados, revelando grande eficácia nesta opção.

O duplo pivot Xhaka e Zuffi em organização ofensiva têm um papel preponderante a garantir o equilíbrio defensivo, principalmente Xhaka que revela elevada capacidade para parar a transição ofensiva do adversário e recuperar 2.ªs bolas no meio campo ofensivo permitindo assim a continuação do ataque.

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Transição Ofensiva

Após a recuperação de posse de bola, o FC Basel procura fazer chegar rapidamente a bola aos três jogadores da sua linha avançada. O movimento padrão é o movimento de apoio de Wolfswinkel e diagonais de rutura de Oberlin e Steffen.

Outra opção é a procura da profundidade através de passe longo diretamente para Oberlin que tem capacidade tanto de segurar a bola e aguardar o apoio dos colegas, como progredir em condução.

Organização Defensiva

No momento defensivo o FC Basel estrutura-se em 1-5-4-1 com os alas a formarem uma linha de 5 com os 3 defesas centrais e os dois interiores Steffen e Oberlin a assumirem um posicionamento defensivo nos corredores laterais na linha do duplo pivot.

Quando a bola entra no corredor lateral defensivo a equipa assume um momento de pressão, com o lateral a pressionar rapidamente e tanto o pivot como o interior desse corredor fecham o espaço interior. Neste momento do jogo os laterais, principalmente Riveros desposicionam-se e permitem passes nas suas costas.

A linha média e defensiva posicionam-se com pouca distância entre elas, dificultando o jogo entre linhas por parte do adversário, no entanto revelam alguma dificuldade no controlo da profundidade e largura permitindo a entrada de bolas nas costas da defesa, principalmente nos corredores laterais.

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Transição Defensiva

Na reação à perda de posse de bola os jogadores mais próximos da bola procuram a sua recuperação imediata, o que raras vezes acontece o que tem como consequência o aparecimento de espaço entre linhas e na profundidade.

Apesar da fragilidade apresentada anteriormente, a equipa revela elevado compromisso a ocupar as posições defensivas após a perda de posse de bola, posicionando rapidamente as suas linhas defensiva e média em organização defensiva.

Bolas paradas defensivas

Nas bolas paradas defensivas opta por uma defesa mista com a maior parte dos seus jogadores em marcação HxH e deixando 3 a 4 jogadores em defesa zona. Coloca 2 jogadores na pequena área e 2 jogadores com o objetivo de defender a marcação de canto curto.

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Bolas paradas ofensivas

Normalmente opta pela marcação dos pontapés de canto com curvatura externa, colocando 5 jogadores em zona de finalização, com um na zona do GR e 4 a partir da marca de penalty. A zona preferencial para colocar a bola é o 2.º poste.

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https://vimeo.com/235651702

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