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  • Importância do derby: SLB a sair de Alvalade líder isolado do campeonato; pressão sobre o 2º classificado e rival Porto (agravando a situação perdendo no Dragão pouco antes…). SCP pretendia perante o seu público, honrar as camisolas e deixar uma boa imagem perante o eterno rival de Lisboa.
  • Dúvidas sobre qual o meio campo titular do Benfica: aposta no trio ofensivo, mas já bastante rotinado com Gabriel, Taarabt e Chiquinho, ou por sua vez, retirar do campo um desses 3 homens e apostar no milionário reforço Julien Weigl. 
  • A aposta recaiu num meio campo mais cauteloso com a inclusão do alemão em detrimento do marroquino a fim de evitar possíveis descompensações defensivas, principalmente nas transições ataque-defesa.
  • Curiosidade pré jogo: aposta em Vinícius, mesmo com o embalo psicológico de Seferovic, fruto dos dois golos realizados a meio da semana. O incansável Cervi mereceu também a confiança para o 11, preferindo guardar o imprevisível Rafa no banco de suplentes (ainda sem o melhor ritmo de jogo) 
  • Modificações nos eixos defensivos das equipas só se verificaram nos leões. Perante a suspensão de Coates, entrada de Illori não comprometeu a equipa. Nos encarnados, Ferro recuperou da lesão contraída e manteve a dupla com Rúben Dias. 
  • Esperava-se uma equipa de Silas mais “fresca”, contra uma Benfica com pouco tempo de recuperação, após o jogo de quarta para os quartos de final da Taça de Portugal. 
  • Surpresa apenas na estreia do jovem Rafael Camacho em clássicos como titular.
  • 1ª parte intensa, muito disputada com inúmeros duelos individuais; 
  • Excelente início de jogo do Benfica, autoritário, assente numa pressão alta e agressiva sobre o portador da bola, dificultando e muito a 1ª fase de construção de jogo dos verde e brancos, que apenas em contra ataques rápidos se iam soltando da teia de pressão dos encarnados.
  • Os médios centro leoninos no primeiro tempo foram incapazes de pautar o jogo interior da equipa (com realce negativo para as inúmeras bolas perdidas de Doumbia), forçando a equipa a jogar em profundidade e pelos corredores laterais.  
  • Excelentes iniciativas de antecipação dos médios centro encarnados e na agressividade ao portador da bola, nunca concedendo tempo/espaço para pensar/executar, havendo momentos em que asfixiavam o adversário com sucessivas bolas recuperadas no meio campo contrário.
  • Contudo, a estratégia leonina passava por um bloco subido e a tentar também condicionar as saídas de jogo adversárias logo desde trás. A grande diferença para os opositores foi o excessivo tempo/espaço concedido ao portador da bola adversário para pensar o jogo e permitir jogar.
  • 2ª parte bem diferente, mais lenta, muitas paragens de jogo que diminuiram de forma abrupta o ritmo de jogo, tornando-o mais amorfo. 
  • Sporting e Benfica trocam os papéis, muito por culpa dos comandados de Bruno Lage que surgiram mais apáticos na pressão, recuando aos poucos e poucos no terreno e dando iniciativa aos da casa. Esses, por outro lado, apareceram no pós-intervalo mais agressivos sobre o portador da bola, médios centro a ligar melhor o jogo interior e sair em transporte de bola.  
  • Sentindo as dificuldades,o técnico das “águias” mexe decisivamente no decorrer do encontro. Entra Rafa principalmente para desequilibrar com a sua velocidade e jogadas de 1×1 e condicionar as subidas sempre perigosas de Acuña. Além disto, foi ainda promovendo constantes trocas de posição na zona central e no corredor direito com Pizzi, conseguindo explorar várias zonas do terreno ao mesmo tempo 
  • Dois golos obtidos vindos do banco. O internacional português Rafa após uma série de ressaltos dentro da área leonina, aproveita e finaliza de forma exímia. 
  • Jorge Silas procura responder mudando de sistema tático, alterando para 4-4-2 com dois pontas de lança de área e possantes fisicamente como Luiz Phellype e Pedro Mendes. Para os servir, lança para jogo o extremo Plata e coloca Borja para lateral esquerdo, subindo Acuña no terreno.  
  • Sem qualquer efeito no rumo do jogo, jogadores leoninos sentiram em demasia o golo sofrido e os eternos rivais aproveitaram para gerir o jogo e matá-lo de vez com o segundo golo de Rafa no jogo, que se mostrou letal (2 oportunidades/2 golos marcados).