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O dia 16 de maio vai marcar o tão desejado regresso à competição na Alemanha e a ProScout não quis deixar este acontecimento de lado. Dois meses e meio após o último encontro, a espera parece ter terminado e a Bundesliga vai finalmente reatar, para êxtase dos apaixonados pelo jogo. Esta é a primeira das principais ligas europeias a voltar aos relvados, contornando assim a situação pandémica que ainda vivemos.

Para facilitar o regresso aos relvados, pois todos os olhos vão estar em terras germânicas, decidimos elaborar este Guia que resumisse as equipas e os seus craques. Começamos pelo contexto de cada clube, passamos pelos seus pontos forte e fracos e terminamos com as suas referências individuais. Aqui estão reunidas todos as condições para te tornares um especialista assim que a bola começar a rolar. Que comece o jogo!

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Contexto Actual do Clube

O Eintracht Frankfurt ocupa a 12ª posição da tabela classificativa, com 28 pontos. Embora se encontre com uma vantagem relativamente confortável em relação aos lugares de despromoção, os exigentes primeiros jogos desta fase final da prova (M’gladbach, Bayern, Freiburg, Wolfsburg) serão determinantes para perceber se a equipa conseguirá manter-se afastada da luta pela manutenção. O facto de a equipa não ter neste momento em disputa a Liga Europa, descongestionou um pouco o calendário, o que poderá ser favorável na gestão física dos jogadores.

Pontos Fortes

A equipa dos portugueses André Silva e Gonçalo Paciência joga regularmente num 4-2-3-1, embora por vezes opte por um 4-3-3. É especialmente forte em momentos de aceleração de jogo, seja através de contra-ataque ou ataque rápido, muito devido à capacidade que André Silva tem de reter bola e esperar por apoio e à velocidade no ataque ao espaço de jogadores como Kostic e Kamada.

Destaca-se também a capacidade em situações de cruzamento, colocando muitos jogadores em zonas de finalização. Principalmente dada a qualidade de execução de Kostic em lances de bola parada, mas também devido à capacidade no jogo aéreo de jogadores como André Silva, Hinteregger e N’Dicka, criam lances de perigo com facilidade através de cantos e livres.

Pontos Fracos

Por outro lado, o facto de a equipa colocar muitos jogadores na frente no momento ofensivo e não ser capaz de controlar os pontos de saída das transições rápidas do adversário, faz com que tenha dificuldades contra equipas que saibam aproveitar este momento do jogo, pois muitas das vezes a equipa parte-se por ser muito vertical com bola.

Jogadores-Chave

Evan N’Dicka

Defesa central de origem de 20 anos, com vasto passado nas seleções jovens francesas. Jogou mais frequentemente como lateral esquerdo a partir de Dezembro. Destaca-se pela sua velocidade, cobrindo com facilidade a profundidade defensiva. É muito alto (1,92m) e forte no jogo aéreo, sendo preponderante em lances de bola parada ofensivos e defensivos. Não sendo especialmente criativo do ponto de vista ofensivo, dada a sua velocidade, consegue criar perigo ao chegar no último terço.

Daichi Kamada

O médio ofensivo japonês de 23 anos é o elemento que atua em apoio ao ponta de lança André Silva. Jogador de fino recorte técnico, destacando-se pela excelente capacidade de execução nas diferentes ações técnicas (passe, remate, condução). Boa leitura dos espaços onde deve receber entre linhas, tendo também uma rápida perceção do seguimento que deve dar à jogada. Esteve em particular destaque na Liga Europa, apontando 6 golos e 2 assistências.

Filip Kostic

Extremo sérvio de 27 anos que está a cumprir a 2ª época no Eintracht Frankfurt. Atua preferencialmente no corredor esquerdo, destacando-se pela capacidade de cruzamento e na forma como finaliza, contando esta época com 12 golos e 15 assistências. Alia à capacidade técnica uma vertente física que lhe permite progredir com bola em condução, suportando as cargas dos adversários. Exímio a cobrar lances de bola parada. É um dos mais experientes no onze inicial, sendo preponderante no seio da equipa.

Contexto Actual do Clube

O 1. FC Union Berlin é uma das equipas com mais cultura no futebol alemão. Não pelos feitos dentro de campo, mas pelo que culturalmente ocorreu em torno da equipa. Na temporada de 2019/2020, o Union Berlin estava de regresso ao topo do futebol alemão. Pela mão de Urs Fischer, que promoveu o clube à Bundeliga, a equipa de Berlim tinha um objetivo simples, a manutenção. Com 30 pontos, em 25 jogos, a manutenção parece bem encaminhada.

Com variações táticas, dependendo do adversário, mas também do momento da equipa, Urs Fischer estrutura a equipa com dois sistemas base: 3-4-2-1 e 4-2-3-1. O sistema de três centrais foi o que trouxe maiores êxitos à equipa. Permite-lhes um maior controlo da profundidade, menos espaço entre linhas e também uma maior projeção dos laterais.

Pontos Fortes

Apesar desta baixa percentagem de posse de bola, a equipa demonstra que tem capacidade para praticar um bom futebol. Quando conseguem manter a posse de bola, conseguem executar bons momentos de jogo, passe curto, futebol apoiado e bons momento técnicos individuais. Os três jogadores da frente são bastante explorados em futebol direto, seja para o pé, seja na procura do espaço e da profundidade. Em termos de passes e a forma como os executam, de toda a Bundesliga, o Union Berlin é a segunda equipas que menos passes curtos efetua por jogo (média de 290 p/jogo), em sentido oposto, é a equipa que mais passes longos efetua (média de 72 p/jogo).

No capítulo defensivo, formam uma linha de cinco defesas. Os dois laterais baixam e ajudam no processo defensivo. Quando o lateral sai na pressão ao extremo, tanto o médio centro, como o defesa central desse lado exercem uma aproximação, encurtando os espaços. São bastante agressivos na disputa de bola

Pontos Fracos

O Union Berlin é a segunda equipa da Bundesliga com menos posse de bola (44%), passando muito tempo em organização defensiva. Essa é a maior dificuldade da equipa, manter a posse de bola. A capacidade de concretização de oportunidades de golo não é a melhor, com uma percentagem de apenas 25% de aproveitamentos das oportunidades de golo.

Jogadores-Chave

Christoph Trimmel

O experiente lateral direito austríaco é peça importante na equipa do Union Berlin. Aos 33 anos, está a disputar pela primeira vez a Bundesliga. Destaca-se pela capacidade de liderança, visível em todos os momentos do jogo. Forte fisicamente, Trimmel é competente, tanto no momento ofensivo, como no momento defensivo. Um defesa direito completo.

Lenz

Joga no flanco oposto ao de Trimmel. Não é por acaso que são dois dos destaques da equipa. A capacidade de percorrerem metros é notável. São dois jogadores que atacam, mas também defendem. Capacidade de progressão, mas com assertividade no momento defensivo.

Andersson

Terceira temporada no futebol alemão, segunda no Union Berlin, primeira na Bundesliga. Andersson não acusou em nada a chegada ao escalão principal do futebol germânico. Com um caudal ofensivo muito mais reduzido, Andersson mantém a veia goleadora, sendo autor de 34% dos golos da equipa. Forte no jogo aéreo, com 6 dos 11 golos marcados esta temporada a serem de cabeça.

Contexto Actual do Clube

O Köln encontra-se em 10º lugar na Bundesliga, encontra-se confortável na classificação e procura estabilizar-se na principal liga alemã. Apenas com a entrada do treinador Markus Gisdol a equipa encontrou maior estabilidade, mas não apenas isso, também sofreu uma melhoria no seu jogo. Antes da paragem forçada devido à pandemia, o Köln vinha de 3 vitórias seguidas, com um impressionante ‘score’ de 10 golos marcados e 1 sofrido. A equipa vê agora, ainda que distante, um eventual acesso à Liga Europa.

Pontos Fortes

Pode-se começar já por falar no que mais salta à vista nesta equipa, que é a sua capacidade em transições ofensivas. O Köln é uma equipa claramente mais talhada para este tipo de situações e os jogadores que Gisdol dispõe são claramente compatíveis com este seu modelo de jogo. O Köln tem encontrado mais sucesso dentro do 4-3-3 ou 4-2-3-1. No momento defensivo a equipa mostra-se equilibrada num 4-1-4-1, com linhas bem juntas.

Outro aspecto positivo é a forte capacidade que esta formação tem em bolas paradas, tendo já marcado por 17 vezes em situações deste tipo, fruto também das características dos seus jogadores, fortes fisicamente e agressivos.

Pontos Fracos

Com bola acaba por ter algumas dificuldades em organização, não dispondo muito de jogadores de grande criatividade optando claramente por se cingir a entregar a bola ao adversário, tendo algumas dificuldades quando tem de assumir o jogo.

Voltando à questão da organização defensiva da equipa. O Köln sente-se mais confortável a defender numa estrutura de 4-1-4-1 com as linhas mais baixas, normalmente o alinhamento mais comum desta equipa frente a adversários mais poderosos. Já dentro do seu 4-2-3-1 sente algumas dificuldades no momento defensivo, nomeadamente no primeiro momento de pressão, quando Uth ou um dos médios se junta a Cordoba para pressionar a linha defensiva, expondo as costas desse médio, normalmente um aspecto que se verifica mais quando o adversário coloca 3 jogadores na saída criando superioridade numérica e conseguindo por consequência colocar um passe para o espaço no meio campo.

Jogadores-Chave

Jhon Cordoba

O imponente avançado do Köln que se mostra uma peça fundamental na forma de jogar da equipa, muito trabalhador, sabe jogar de costas, segurando bem a bola e jogando bem com jogadores em constante sobreposição nas transições ofensivas. Cordoba tem também a capacidade atlética para por vezes ser ele a começar este tipo de movimentações e acabar na área a finalizar as mesmas.

Jonas Hector

Internacional alemão que se mostra fiel e identificado com o clube, é um lateral transformado em médio centro, a sua visão de jogo, criatividade e o seu fulminante pé esquerdo fazem dele um jogador bem mais interessante como médio interior do que era como lateral.

Jorge Meré

Um dos mais promissores defesas na Bundesliga, mesmo não sendo muito evoluído tecnicamente, mas é muito agressivo e inteligente a ler o jogo, tendo um sentido posicional muito bom, factor muito importante e imperativo para uma equipa que faz questão de se mostrar forte no momento defensivo.

Contexto Actual do Clube

A saída de Julian Nagelsmann, para o RB Leipzig, após três épocas ao comando do clube – onde teve como ponto mais alto uma inédita qualificação para a Liga dos Campeões – motivou uma mini revolução no Hoffenheim.

Além de Nagelsmann, também Demirbay, Amiri, Schulz e Joelinton abandonaram o clube no mercado de transferências de verão, com a equipa a entrar, por isso, na nova época, como uma das maiores incógnitas da presente edição da Bundesliga.

A imprensa alemã, colocava, à partida, a formação do Hoffenheim como a equipa provável a terminar a edição 2019/20 no 9º lugar da tabela classificativa.

Pontos Fortes

No momento de transição ofensiva, os comandados de Alfred Schreuder, são particularmente perigosos com saídas pelo corredor central, para tal potencia, numa fase inicial, as qualidades de progressão, e criação de desequilíbrios com bola e de definição (passe), por parte dos seus médios e numa fase posterior, há a procura de potenciar a velocidade dos seus avançados e os seus movimentos de ataque à profundidade.

Aquando do momento de pressão e recuperação da bola em zonas mais altas, o Hoffenheim procura ser vertical e de forma rápida criar uma possível situação de finalização. Outro dos pontos em que a equipa se tem mostrado forte, é no momento dos cantos ofensivos, onde já obteve vários golos, fundamentalmente em cantos batidos ao 2º poste.

Pontos Fracos

Aquando da adoção de um momento de pressão alta na tentativa de condicionar a construção curta do adversário, o Hoffenheim denota dificuldade para controlar o espaço nas costas dessa 1ª linha de pressão e em certos momentos igual dificuldade para controlar o espaço entre linha média e defensiva.

Em termos individuais os alas e os próprios centrais, tendem a saltar na pressão, muitas vezes relacionando-se individualmente com as suas referências de marcação.

Quando a equipa se organiza na última linha com uma linha de 5, há espaços que são concedidos em largura na linha média, pela consequente dificuldade de basculação dos elementos dessa mesma linha, permitindo situações de cruzamento ao adversário, ainda que de zonas médias/médias baixas.

Outro dos espaços que a equipa tem dificuldade em controlar, é o espaço à entrada da área que permite aos adversários executarem remates exteriores.

Jogadores-Chave

Andrej Kramaric

Ponta de lança, internacional croata de 28 anos, 1,77 cm de altura e 73 kg de peso. Apresenta como pé dominante o seu pé direito. Na presente época, realizou 14 jogos, contabilizando 7 golos marcados e 3 assistências. Foi um elemento que foi vindo a tornar-se fundamentalmente nos últimos jogos da equipa. Jogador de área, com excelente sentido de oportunidade na hora de finalizar, apresentando também aqui boa capacidade de finalização através de jogo aéreo. É igualmente importante nos apoios frontais que oferece ao jogo ofensivo da equipa. Boa capacidade de remate exterior.   

Robert Skov

Extremo Direito/Esquerdo, internacional dinamarquês de 23 anos, 1,83 cm de altura e 76 Kg de peso. Apresenta como pé dominante o seu pé esquerdo. Participou na atual época em 24 jogos, tendo apontado 3 golos e efetuado 5 assistências para golo. Num sistema de 4 defesas, alinha precisamente como extremo, contudo, é no sistema de 3 defesas que a equipa mais vezes tem alinhado e Skov, tem se fixado, essencialmente, como ala esquerdo. Apresenta uma boa capacidade de chegada a zonas de finalização e faz uso da sua grande capacidade de remate de média distância, tanto em bola corrida como no momento de bola parada. No momento defensivo, apresenta algumas dificuldades tanto em organização como em transição defensiva.  

Christoph Baumgartner

Médio ofensivo, internacional austríaco de 20 anos, 1,80 cm de altura e 73 Kg de peso. Tem como pé dominante, o seu pé direito. Participou, até então, em 19 jogos, fez 4 golos e 3 assistências. Jogador que apresenta boa capacidade de passe curto e longo, e de transporte com bola. Surge com naturalidade e facilidade em zonas de finalização. Boa capacidade de jogo aéreo. Elemento importante, quer no momento de ligação construção-criação, quer no momento de transição ofensiva. Procura, e tem liberdade de movimentos, para entrar em associações nos corredores laterais.

Contexto Actual do Clube

A equipa liderada por Christian Streich ocupa neste momento o 8º lugar da Bundesliga, com menos um ponto que o sexto classificado, ou seja, do acesso às eliminatórias da Liga Europa. Um campeonato tranquilo e bem-sucedido até ao momento desta equipa alemã. O sistema de jogo habitualmente utilizado é o 1-5-2-3, mas também por algumas ocasiões opta por um 1-4-4-2, com dois pivots defensivos. Apesar desse sistema com quatro defesas, por norma mantêm-se a sua dinâmica de construção com quatro jogadores.

Pontos Fortes

Em Organização Ofensiva, podemos caracterizar o Freiburg pela sua capacidade de oferecer uma largura máxima ao jogo, que por imensas vezes dificulta o controlo dessa mesma largura por parte do adversário. Os alas muito projetados seja em largura, seja em profundidade, com um dos médios a baixar na construção, estabelecem uma primeira linha com: DE-DC-MC-DD. Os dois defesas centrais (DD e DE), em largura também ela máxima, sobem imenso no terreno também, procurando criar superioridade nos corredores laterais, juntando-se assim aos alas e aos avançados/extremos da equipa.

No momento defensivo, demonstram-se muito capazes em Organização Defensiva. Organizados num idêntico sistema de 1-5-2-3, onde os três avançados estabelecem uma linha de pressão média-alta, com a subida também dos alas. Um dos pontos mais positivos neste momento de jogo é a capacidade da equipa controlar a largura, criando imensas superioridades numéricas nos corredores laterais, sendo um dos locais onde mais recuperam a posse de bola. Além disso, com essa pressão e se o adversário procura jogar direto, controlam bem a profundidade e principalmente as bolas aéreas, com os três centrais mais recuados.

Pontos Fracos

Em Organização Defensiva, apesar da boa pressão num bloco médio/alto, demonstram claras fragilidades sobretudo nas referências individuais de marcação, no setor defensivo. Uma excessiva marcação, permite ao adversário abrir espaços com alguma facilidade, arrastando marcações e criando espaço para haver rotura. É um dos pontos que os seus adversários utilizam e podem utilizar para romper a organização do Freiburgo

Jogadores-Chave

Robin Koch

Central/médio defensivo e internacional alemão com uma tomada de decisão acima da média, garante segurança à fase de construção do Freiburg. Defensivamente muito inteligente nas abordagens técnicas de contenção e cobertura e possui um bom jogo aéreo.

Phillip Lienhart

Central austríaco de 23 anos, que já passou pelos Sub19 do Real Madrid, é muito forte na fase de construção, com enorme criatividade e capacidade de passe/técnica, seja com o pé direito ou pé esquerdo.

Roland Sallai

Avançado/extremo internacional húngaro de 22 anos é muito rápido e capaz na condução de bola, apresenta grande capacidade de ligação na fase de construção às zonas mais adiantadas do terreno.

Contexto Actual do Clube

O Wolfsburgo mantém-se na luta pelo sexto lugar, que dá acesso às competições europeias. A equipa tem sido constante ao longo da temporada, mas em 2020 venceram apenas três jogos em oito possíveis. Com Freiburgo e Hoffenheim “à perna”, os comandados de Oliver Glasner precisam de regressar ao ritmo vencedor.

Pontos Fortes

 A equipa ataca e defende num 4-4-2 bem organizado. No momento ofensivo o lateral do lado da bola procura dar apoio ao extremo, enquanto o lateral do outro lado mantém-se numa posição mais defensiva. O Wolfsburgo procura lateralizar muito o seu ataque, sendo esta a sua principal arma.

Definem bem no último terço, tendo a capacidade para explorar a desmarcação dos extremos/laterais ou então apostar mais no cruzamento para referências ofensivas como Weghorst.

Pontos Fracos

O ataque do Wolfsburgo é dinâmico e rápido, mas a equipa apresenta dificuldades em quebrar blocos baixos e compactos. Consegue lateralizar o jogo como gosta, mas o pouco espaço que o adversário deixa torna difícil as ações ofensivas.

A pressão da equipa também é um aspeto que pode ser melhorado. Os jogadores procuram chegar rapidamente ao adversário para condicionar a sua ação, e por vezes não cobrem o espaço como deveriam. Em consequência a equipa contrária consegue através do passe ou de um toque para o lado afastar essa pressão e continuar a jogada.

Jogadores-Chave

Wout Weghorst

O possante avançado holandês é o melhor marcador do Wolfsburgo com 11 tentos certeiros na Bundesliga. Destaca-se pelo físico, mas junta esta capacidade com qualidade técnica, bom ataque ao espaço na procura da desmarcação e qualidade no jogo aéreo.

Maximilian Arnold

Atua como médio centro e é um dos principais organizadores de jogo do Wolfsburgo. É inteligente e possui uma leitura acima da média, e tem uma forte capacidade criativa para construir jogadas de perigo para os alemães. Já leva cinco assistências e três golos esta temporada.

Josip Brekalo

Aos 21 anos Brekalo é um jogador a ter em atenção para o futuro. Com três golos e quatro assistências esta temporada, destaca-se pela forma como desequilibra através do drible, e pela capacidade de jogar tanto por dentro como por fora.