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Com Grealish em campo a história foi outra

Este artigo é patrocinado pela Casa Ermelinda Freitas

A Inglaterra bateu a Alemanha por 2-0 no jogo grande dos oitavos de final. Num jogo com muita história em campo, disputado no mítico estádio de Wembley entre duas das seleções mais históricas do mundo, a equipa de Southgate bateu o germânicos num jogo muito disputado, competitivo e que testou ao máximo os jogadores e treinadores de ambas as equipas. A Inglaterra iniciou o jogo com 5 defesas para encaixar no sistema alemão, optando por atuar com Trippier, Walker e Shaw em simultâneo, enquanto do outro lado a Alemanha conseguia, mesmo assim, encontrar vantagens em zonas centrais através das movimentações de Muller, Kimmich e Havertz.

Apesar do domínio de parte a parte durante o jogo, a verdade é que a seleção inglesa teve muitas dificuldades em chegar ao último terço de forma apoiada, influenciada pela ausência de jogadores como Grealish, Foden, Sancho ou Mount, que se encontravam no banco de suplentes, deixando Kane e Sterling muito sozinhos na frente de ataque e, acima de tudo, a forçar demasiado ataques rápidos e curtos. Ao minuto 69′ Southgate colocou Jack Grealish em campo, e a sorte (ou qualidade) sorriu para os ingleses. Envolvido nos dois golos (a par de Kane e Shaw), Grealish mostrou a sua capacidade para pausar e acelerar o jogo nos timings certos, mostrou a sua capacidade para decidir quando e onde dar um, dois ou três toques, e claro, com uma qualidade técnica fora do normal, temporizou para Shaw assistir Sterling no primeiro golo, e assistiu de forma exímia Harry Kane no segundo golo. Magia pura do herói de Birmingham:



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