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A Copa América tem vindo a aumentar o nível de jogo mas nem sempre tem sido bem jogado, nomeadamente por Colômbia, Brasil e Argentina, algumas das selecções favoritas à conquista da 100ª edição da prova.

Na estreia na Copa América, vimos uma exibição fraca dos Estados Unidos frente a uma Colômbia que também acabou por não mostrar muito. A selecção americana apresentou muitas debilidades nos seus processos de jogo e permitiu que a Colômbia as conseguisse explorar facilmente.

No seu jogo inicial, o Brasil até fez uma primeira parte relativamente bem conseguida, mas a segunda foi bem diferente. Os problemas estiveram na forma como a equipa ocupa os espaços, como reage a determinados contextos do jogo, alguns posicionamentos defensivos, a falta de linhas de passe e de criatividade no meio-campo. Uma equipa muito previsível e com uma imensa falta de criatividade. Dunga no banco nunca conseguiu perceber isso.

Argentina, sem Messi que estava lesionado, conseguiu vencer o Chile, mas mostrou uma enorme dificuldade em criar lances de perigo no primeiro tempo – parte do jogo em que se sucederam as imagens editadas. Uma selecção que se mostrou pouco dinâmica, fruto de um duplo pivot com características de equilíbrio e não de construção, um médio ofensivo que gosta de vir buscar a bola atrás para começar a construção, retirando homens da zona nevrálgica do campo. Os atacantes estiveram sempre muito longe da linha média e não aproveitaram o espaço entre linhas que se vislumbra nas imagens abaixo.

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