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  • Rúben Amorim conduziu os bracarenses até ao estádio da Luz, sem perder nenhum dos últimos 8 jogos disputados (inclusive frente aos grandes Porto e Sporting por duas vezes);
  • O Benfica em contraponto, subia ao relvado desconfiado do seu momento de forma nos últimos 2 jogos (Porto e Famalicão), isto numa partida que seria imperial ganhar para colocar novamente alguma pressão nos rivais da Invicta e segundo classificado, que jogará amanhã um teste difícil em Guimarães;
  • Braga personalizado em Lisboa (5-4-1 a defender e 3-4-3 a atacar), subidos no terreno, a tentar ter bola, e quando não a detinham, pressionavam alto e agressivo, tentando condicionar a primeira fase de construção dos encarnados. Pressing exercido sobretudo sobre os dois centrais e os dois médios centro. Apenas Taarabt ia rompendo com essa zona de pressão;
  • Benfica a explorar essencialmente a profundidade ofensiva, pretendendo com isto, além de aproveitar o elevado número de jogadores adversários deixados na frente, dificultar também o débil controlo da profundidade por parte da defesa de 3/5 elementos, sempre mais difícil de coordenar nesses momentos. Dispôs de várias oportunidades de golo (muitas delas em posição de fora de jogo), tendo Vinícius sido algo perdulário no momento da finalização com alguns falhanços frente à baliza arsenalista;
  • O golo chega pouco antes do intervalo por Palhinha, sempre perigoso nos cantos ofensivos, num jogo bastante equilibrado e com vários duelos pela disputa de bola, dado ao forte pressing exercido sobre o portador da bola de ambas as equipas;
  • O começo da segunda parte foi uma cópia da primeira parte, Benfica perdulário na finalização (Rafa e Vinícius em evidencia) e o Sp. Braga sempre que contra atacava ia fazendo sentir a sua presença, criando perigo;
  • Benfica com mais coração do que discernimento, acentuado com a passagem para o 4-4-2 com dois atacantes mais posicionais e de área Vinícius e Seferovic, a investir um pouco num jogo mais direto;
  • Alternância de estratégias: SC Braga mais recuado e com forte aglomeração de jogadores no processo defensivo e saindo em contra golpes perigosos, municiados pelo recém entrado na segunda parte Trincão (Galeno atuou no lado esquerdo à procura de colocar a nu as debilidades defensivas de Tomás Tavares, enquanto que Trincão jogou na direita para fazer o mesmo em relação ao espanhol Grimaldo);
  • Já os da casa, iam com o coração instalando-se no meio campo adversário, em ataque posicional, recorrendo a cruzamentos para a área, tentando tirar proveito da presença física da dupla de atacantes que viraria a trio com a entrada de Dyego Souza (passagem para o 3-4-3), já numa fase de desespero e desnorte;
  • Rúben Amorim acabaria por sair do Estádio da Luz com os 3 pontos e ainda invicto frente aos três grandes de Portugal.