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[:pt]Arrancou a época 2018/2019 com mais um embate ente S.C. Braga e Sporting C.P., desta vez a contar para a Supertaça. Esperava-se um jogo equilibrado como os encontros da época transata.

Ambas as equipas apresentaram-se no seu habitual 4-3-3 com o triângulo invertido no meio-campo. O Sporting entrou melhor no jogo e logo aos 6 minutos conseguiu chegar à vantagem através da marcação de uma grande penalidade convertida por Tatiana Pinto. Após o golo, e encontrando-se em desvantagem, o S.C. Braga procurou ter mais posse de bola e ir tentando sempre criar situações de finalização, quer através de maior circulação de bola e combinações entre as suas jogadoras, quer por bolas mais diretas procurando a profundidade dada pelo seu trio de ataque. O Sporting por sua vez sempre que tinha bola, se possível tentava sair em transição ou caso não fosse possível tentava gerir a posse de bola sem nunca forçar muito o ataque.

A nível defensivo o Braga quase sempre permitia ao adversário sair a jogar curto e pressionava só após a zona de meio-campo, já o Sporting ia alternando entre pressionar só no seu meio-campo defensivo ou pressionar alto, nomeadamente nos pontapés de baliza onde quase sempre Rute Costa optava por bater longo. Foi uma primeira parte equilibrada onde as bracarenses tentaram chegar ao empate mas sem nunca conseguirem ter muitas ocasiões de finalização.

A segunda parte foi bastante idêntica à primeira, com o Sporting a tentar controlar o jogo com e sem bola, sentindo-se confortável a dar a iniciativa do jogo ao adversário. O Braga, de encontro ao que tinha feito na primeira parte foi crescendo no jogo e com a entrada de Laura Luís para a frente de ataque permitiu a Francisca Cardoso ter mais espaço para jogar, tendo ela própria feito o golo do empate aos 82 minutos. Com um Sporting mais defensivo e à espera que o jogo acabasse as guerreiras do Minho conseguiram chegar ao empate e levar o jogo para prolongamento.

Contrariamente ao que se passou durante os 90 minutos, muito pelo facto de ambos os meios-campos estarem bastante desgastados, ambas as equipas tiveram oportunidades para chegarem ao golo que lhes daria a vantagem. O mesmo acabou por não acontecer e o vencedor foi decidido nas grandes penalidades com destaque para Rute Costa que defendeu um penalty e mais uma vez para Francisca Cardoso que marcou a grande penalidade decisiva.

Num jogo equilibrado e sem muitas ocasiões para finalização a vitória acabou por sorrir à equipa bracarense que assim conquista pela 1ª vez na sua história a Supertaça Feminina de futebol.

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