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Liverpool e Manchester United defrontaram-se hoje no jogo grande da jornada 19 da Premier League. ‘Reds’ e ‘Red Devils’ não foram além de um empate a zero.

Num dos maiores dérbis do mundo, estava em jogo a liderança isolada ou partilhada da Liga Inglesa. O Manchester United entrou em jogo na liderança e assim se manteve. O empate seria um resultado que agradaria mais aos diabos vermelhos.

A equipa de Jürgen Klopp entrou fiel às suas ideias: pressionante, procurando desbloquear o jogo em posse, tentando encontrar espaços. Em sentido inverso, o Manchester United baixou as suas linhas, oferecendo a posse ao adversário, e procurou explorar as transições ofensivas (ainda que com pouca qualidade).

Em processo ofensivo, o Liverpool não enfrentou grandes dificuldades na 1ª fase de construção. O Manchester United ou permitia a saída desde trás ao Liverpool, ou quando pressionava alto, efetuava essa pressão de modo lento e reativo. Foi fácil ao Liverpool jogar a partir de trás e ultrapassar a primeira linha de pressão do adversário.

O Liverpool criou muitas oportunidades, seja através de jogadas coletivas ou explorando as individualidades da equipa. Apesar das muitas oportunidade (17), os ‘Reds’ não tiveram a eficácia que deveriam ter tido.

Thiago Alcântara – O maestro

Thiago Alcântara fez a sua estreia em Anfield com a camisola do Liverpool e deu nas vistas. De longe o melhor jogador em campo, o médio espanhol foi o maestro da orquestra de Liverpool. Com bola e sem bola foi preponderante, estando constantemente bem posicionado. De cabeça levantada, Thiago Alcântara foi desmontando a defesa do Man. United com uma capacidade de passe e uma visão de jogo diferenciada.

Edinson Cavani – É para jogar

O avançado uruguaio entrou, no decorrer da partida (61 minutos), para o lugar de Martial e demonstrou, mais uma vez, que tem de jogar nesta equipa. Com Cavani em campo o Manchester United fez 6 remates, enquanto no restante tempo de jogo efetuou apenas 2. De salientar que nenhum dos remates foi realizado por Cavani.

No modelo de jogo de Solskjær, ter uma referência ofensiva com a capacidade para segurar a bola, como Cavani, torna-se essencial e neste jogo isso foi visível.

Alisson Becker – Muralha impede samba

Com a entrada de Cavani, o Manchester United tornou-se uma equipa mais ofensiva. Adiantou-se no terreno e criou mais oportunidades. Com o aumento do número de oportunidades para o United, ergueu-se entre os postes uma muralha chamada Alisson. Efetuou quatro defesas que mantiveram o Liverpool em jogo e evitaram males maiores para a sua equipa.



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