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O dia dos que lutam pela subida

Neste dia 1 de Maio celebrava-se o dia da mãe e do trabalhador. Neste mesmo dia em Vila do Conde, jogou-se um encontro decisivo nas aspirações tanto de Rio Ave como do Casa Pia na intensa luta pela subida e acesso ao respetivo play-off.

Ficou ainda definido que o Feirense ficava de fora destas contas (perdeu em casa frente ao Trofense), e além destes dois emblemas, junta-se o Chaves nesta disputa pelo acesso direto à Liga Bwin, e claro, na tentativa de aspirar a ser o campeão da Liga Sabseg.

Jogo de transições

Foi uma espécie de “jogo do gato e do rato”, já que ambas as estratégias tanto de Luís Freire como de Filipe Martins, passavam muito pelo controlo da profundidade defensiva das suas equipas na tentativa clara de neutralizar os homens da frente do adversário, ao mesmo tempo que ambos procuravam potenciar e acionar a velocidade e explosão vertical dos seus atacantes.

Assistiu-se a diversas formas de tentar controlar a profundidade defensiva (o Rio Ave neste parâmetro teve quase sempre bem ao longo de todo o encontro) :

  • Marcação quase homem ao homem por parte dos centrais (principalmente de Pantalon a Godwin), não permitindo que o atacante pudesse receber tantas vezes de frente para a defesa adversária, obrigando-o a ter de receber de costas e não o deixar rodar, nem que para tal se recorresse a faltas:

As poucas vezes que foi lhe dado espaço, sentiu-se logo os calafrios que poderia causar:

  • Linhas mais recuadas do Rio Ave, jogando com a vantagem que tinham no marcador
Em processo defensivo o Rio Ave dispunha a sua equipa num 5-4-1 em zonas mais próximas da sua área, num bloco mais junto e compacto com o recuo do avançado Pedro Mendes para fechar o corredor lateral esquerdo e deixando Aziz na frente como referência para saídas rápidas
  • Controlo da profundidade através do acerto da linha defensiva a jogar com o fora de jogo:
  • Controlo da profundidade com recurso à utilização da velocidade dos defesas
  • Recurso ao reforço da última linha defensiva para 5 elementos com o recuar do extremo Gabrielzinho e com o lateral Sávio a defender mais dentro:
Recuava o extremo Gabrielzinho, o lateral Sávio defendia mais dentro perto dos centrais

Com isto conseguiram alargar a defesa e dar menos espaços livres para os atacantes adversários poderem ter espaço para acelerar!

No entanto, outras situações houveram em que a defesa calculou mal os timings de atacar a bola, permitindo situações de perigo e expondo a equipa:



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