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Taça: o bis de Pedro Marques e a classe de Daniel Bragança

O Sporting deslocou-se ao (emprestado) estádio do Jamor para defrontar o Sacavenense e construiu de forma sólida o resultado mais expressivo da terceira eliminatória da Taça de Portugal. 7-1, com algumas boas surpresas para a equipa de Rúben Amorim.

O treinador português apostou num onze com uma estrutura nuclear semelhante à dos jogos do campeonato (Neto, Coates, João Mário, Sporar, Jovane e Nuno Santos foram titulares). Gonçalo Inácio e Matheus Nunes entraram de início depois de vários jogos como suplentes utilizados e Max, Borja e Antunes realizaram a sua estreia em 2020/2021.

Aos 2’ o Sporting já vencia fruto do golo de Nuno Santos, e a partir daí, o jogo foi de sentido único. Todos os jogadores somaram pontos, à exceção de Borja, que jogou uma parte em cada corredor lateral, e não conseguiu entrosar-se da melhor forma nas ações ofensivas da sua equipa.

Bragança e Marques

O jogo foi dos titulares até ao intervalo, altura em que a entrada de Bragança atirou Matheus Nunes para a posição habitualmente ocupada por Porro. O médio português, internacional sub-21, emprestou a qualidade habitual à equipa e juntou pormenores de classe ao nível das receções e do passe. A forma como conduz a bola de cabeça levantada e a ‘obsessão’ pelo passe vertical fazem com se possa tornar num jogador importante para desbloquear adversários em bloco baixo, num futuro próximo.

Já Pedro Marques, apesar do pouco tempo que esteve em campo, aproveitou para abrilhantar a sua exibição com dois golos, e dizer presente. Depois do empréstimo à Holanda, o avançado parece ter voltado com um perfil morfológico mais adaptado ao contexto sénior, mais robusto, e continua com a veia goleadora. São já seis golos em cinco jogos esta temporada, depois de na reta final da temporada passada ter apontado oito golos em sete jogos no Den Bosch.