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Uma peça é suficiente para o xeque-mate

Este artigo é patrocinado pela Casa Ermelinda Freitas

A Dinamarca foi a primeira equipa a apurar-se para os quartos de final do Campeonato da Europa. Os nórdicos bateram o País de Gales por 4-0, num embate que teve uma melhor entrada galesa, mas onde se destaca o dedo de Kasper Hjulmand.

O selecionador dinamarquês acertou em cheio na alteração que produziu ainda na primeira parte. Alteração apenas estrutural, porque não foi realizada nenhuma substituição, mas que mudou por completo o jogo.

A Dinamarca entrou num 3-4-3 e revelou muitas dificuldades para superar a pressão alta exercida pelos galeses. Delaney e Hojbjerg foram constantemente “engolidos” no meio-campo. Na imagem abaixo pode-se ver o posicionamento da Dinamarca na saída de bola na fase inicial do encontro (Stryger não aparece na imagem mas era o ala direito).

Perante a incapacidade em reter a bola e contornar a pressão forte dos médios galeses, Hjulmand alterou: fez Christensen subir no terreno, desmontou o trio de centrais e passou a jogar num 4-3-3. Uma alteração certeira, que permitiu aos dinamarqueses libertar Delaney e Hojbjerg para terrenos mais adiantados, ter maior capacidade de segurar a bola e de arrancar para uma exibição que veio a ser dominadora daí até ao final.



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