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Mais uma noite de sucesso para o Bayern de Munique, que com a vitória por 3-0 frente ao Lyon garantiu mais uma final da Liga dos Campeões. Apesar de ter sido um jogo em que os bávaros controlaram, existiram momentos de aflição para a equipa.

Ao longo do jogo, mas sobretudo na primeira parte, o Lyon procurou aproveitar o facto do Bayern jogar com uma linha subida e explorou o passe em profundidade para encontrar as corridas de Depay e Toko Ekambi. Ambos tiveram duas oportunidades flagrantes, mas não conseguiram finalizar. O controlo da profundidade é um aspeto que Flick terá de melhorar, principalmente enfrentando um PSG que tem jogadores fortíssimos no ataque ao espaço.

Já os comandados de Hansi Flick conseguiram recuperar a bola através de uma pressão ao homem em posse e aos possíveis recetores, obrigando o Lyon a jogar longo, o que facilitou a recuperação. Com Thiago na batuta, existiram vários movimentos de rotura de forma a procurar alargar um pouco o 5-4-1 do Lyon e criar espaço entre linhas. Mas para além do forte ataque rápido, o ataque posicional do Bayern também é uma grande arma. A equipa circula com qualidade, critério e velocidade, criando situações de golo através de combinações ou de rasgos individuais.