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Esta Inglaterra precisa de mais Grealish

Este artigo é patrocinado pela Casa Ermelinda Freitas

A Inglaterra cumpriu o objetivo, derrotou a República Checa por 1-0 e garantiu o primeiro lugar do Grupo D, com sete pontos. Na hora de olhar ao jogo desta terça-feira, há um nome que salta à vista: Jack Grealish.

O médio do Aston Villa foi chamado à titularidade por Gareth Southgate e a exibição que protagonizou faz perguntar o porquê de só agora termos Grealish de início. A partir da esquerda para o centro e em constantes trocas posicionais com Raheem Sterling no 4-2-3-1 inglês, o camisola 7 foi uma verdadeira lufada de ar fresco numa Inglaterra que ainda não impressiona.

Acelera, desacelera, vai para cima dos defesas sem receios, sempre de bola colada ao pé e meias quase pelo tornozelo. Posicionou-se de forma inteligente dentro do bloco checo e recebeu muitas vezes com espaço para se orientar para o ataque. Jogou e fez jogar o coletivo inglês. É verdade que a Inglaterra (ainda) não convence, mas sempre convence mais com Grealish no relvado.



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