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Serviços mínimos

Portugal venceu o Azerbaijão num jogo de serviços mínimos. Controlo absoluto por parte da seleção nacional mas com um ritmo baixo, pouca intensidade e mobilidade na frente de ataque.

A seleção nacional sentiu dificuldades em entrar no bloco contrário com o Azerbaijão a jogar em 4-4-1-1 e com muitos elementos dentro da grande área. Portugal procurou através dos cruzamentos e em inferioridade numérica criar oportunidades de golo. Ronaldo e André Silva sentiram muitas dificuldades em dar seguimento às jogadas e em espaços reduzidos fazer a diferença.

Uma grande insistência neste tipo de situações mas sem sucesso, fruto da organização defensiva contrária e da superioridade numérica dentro da grande área.

No segundo tempo, as entradas de Bruno Fernandes, Rafa e João Félix dinamizaram o ataque português. Com mais velocidade, imprevisibilidade e capacidade de explorar os movimentos interiores ou nas costas da defesa contrária, Portugal aumentou a sua capacidade ofensiva e ficou mais perto de aumentar a vantagem. Algo que não se verificou por falta de eficácia na hora de finalizar.

A melhor jogada da segunda parte nasceu de uma triangulação entre Bruno Fernandes, Ronaldo e João Félix. O avançado da Juventus assistiu para a entrada do jovem do Atlético de Madrid que rematou para defesa de Magomedaliyev.



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