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Um poço de forças chamado Renato Sanches

Este artigo é patrocinado pela Casa Ermelinda Freitas

Portugal está apurado para os oitavos de final do EURO 2020. Numa última jornada de loucos, a seleção portuguesa passou pela liderança do grupo, passou pelo último lugar e acabou por ficar na terceira posição, após um empate a duas bolas com a França.

A equipa portuguesa apresentou algumas caras novas no onze inicial, nomeadamente João Moutinho e Renato Sanches. Ambos se exibiram a bom nível, mas vamos pegar na exibição do médio do Lille como ponto de destaque do encontro.

Renato Sanches já tinha demonstrado nos jogos anteriores ser uma opção muito válida para entrar na equipa inicial a qualquer altura e Fernando Santos acedeu mesmo ao pedido dos adeptos e colocou o jogador formado no Benfica ao lado de Moutinho e à frente de Danilo Pereira. E Renato voltou a não desiludir.

A força e a vontade que dá ao jogo português é assinalável, mas o que mais se destaca em Renato é o facto de ser um médio capaz de sair das amarras táticas. Numa seleção habitualmente mais conservadora, à imagem do seu selecionador, Renato Sanches é um médio totalmente anti-conservadorismo, na medida em que não obedece ao rigor tático e movimenta-se um pouco por todo o lado. Esta quarta-feira, o médio destacou-se pela capacidade de condução, de levar a equipa para a frente nas suas arrancadas. Acelerou, foi ao choque e saiu praticamente sempre por cima dos duelos. Um poço de forças que em tempos pareceu perdido, mas que entretanto voltou a entrar no caminho que todos tinham desenhado para ele. Só precisou de recuperar a confiança.



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